O que se segue, é um argumento teísta probabilístico sobre a confiabilidade de nossas funções próprias, retirado de um artigo no livro "Two Dozens (or so) Arguments fo God".
Teísmo aqui é representado por T; evolução não teísta por NTE (non-theistic evolution). A confluência da função própria e confiabilidade é representado por R (reliability). LoL é a Lei da Probabilidade (Law of Likelihood).
Onde,
LoL: Se Pr (E|H1) >> Pr (E|H2), então E favorece H1 sobre H2. Isto é, se a probabilidade da evidência sobre a hipótese 1 for maior muito maior que a probabilidade da evidência sobre a hipótese 2, então a evidência favorece a hipótese 1 sobre a hipótese 2.
1. Pr (R|T) >> verdadeiramente pequena. (Premissa)
2. Pr (R|NTE) = verdadeiramente pequena. (Premissa)
3. Portanto, Pr (R|T) >> Pr (R|NTE). (A partir de 1 & 2)
4. Se Pr (R|T) >> Pr (R|NTE), então R favorece T sobre NTE. (LoL)
5. Portanto, R favorece T sobre NTE. (De 1 até 4)
O argumento pressupõe que nossas faculdades cognitivas são confiáveis, o que é justo pensar, uma vez que não poderíamos falar sobre qualquer coisa se não tomássemos tal procedimento auto reflexivo como verdadeiro. Se nossas faculdades cognitivas são verdadeiras, então a probabilidade de T é muito mais alta do que a probabilidade de NTE, uma vez que em T a probabilidade de R ter sido intencionalmente direcionado à verdade é muito maior do que NTE.
Parabéns! Queria te perguntar algo: Quem é vc? Rs, conhcei seu blog agora
ResponderExcluirHenrique Souza. Desculpe a resposta tardia! Lol
Excluir